A pesquisa eleitoral do Instituto Vox Populi, contratada e divulgada neste sábado (24) pela Band e pelo Portal IG, mostra mais uma vez a liderança da candidata do PT ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff. Dessa vez, a petista tem 8 pontos percentuais de vantagem em relação ao segundo colocado, José Serra (PSDB).

O levantamento aponta Dilma com 41% das intenções de voto, contra 33% do tucano. Marina Silva, candidata do PV, tem 8%. Na sondagem anterior, divulgada no dia 29 de junho e que incluía 11 nomes, Dilma tinha 40% contra 35% de Serra e 8% de Marina.

O Vox Populi aponta ainda que os demais candidatos somam 1% da intenção de votos. Os votos brancos e nulos chegam a 4%. E 13% dos entrevistados disseram que ainda estão indecisos.

Esse foi o primeiro levantamento desde a oficialização das candidaturas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O instituto ouviu 3 mil eleitores nesta semana, e a margem de erro é de 1,8 ponto percentual.

Voto espontâneo

Na pesquisa espontânea, quando o entrevistado não recebe uma lista para escolher o candidato preferido, Dilma também lidera. A petista tem 28%, contra 21% do candidato do PSDB e 5% de Marina. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mesmo sem estar concorrendo, tem 4% das intenções de voto.

A rejeição do candidato tucano também é a maior entre os concorrentes: 24%. A de Dilma é a menor e ficou em 17%.

Segundo turno

Numa possível disputa entre Dilma e o candidato tucano no segundo turno, a candidata do PT também venceria segundo o levantamento. Dilma teria 46% das intenções de voto e Serra apenas 38%.

A candidata que representa a continuidade do governo Lula tem o melhor desempenho na região Nordeste, onde abre 30 pontos de vantagem em relação ao concorrente da oposição (54% a 24%). O tucano só leva vantagem na região Sul, onde a pesquisa aponta uma vantagem de 4 pontos em relação à Dilma (39% a 35%).

Na região Sudeste, onde se concentra o maior eleitorado do país, há um empate técnico. O tucano tem 36% da intenção de votos, e Dilma está com 34%.

A petista lidera tanto entre os homens quanto entre as mulheres. Ela tem 43% das intenções do eleitorado masculino contra 34% de Serra e 7% de Marina. No eleitorado feminino, Dilma tem 38%, o tucano 32% e a verde 9%. Dilma também é a preferida em todas as faixas e níveis de ensino.

Dilma na Web

A confança do consumidor brasileiro aumentou em julho e bateu o recorde dos últimos cinco anos na forma com as pessoas avaliam a sua situação econômica atual, segundo pesquisa divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.

Nesse quesito, o índice atingiu 134,8 pontos, o maior patamar da série histórica, iniciada em setembro de 2005. No primeiro levantamento, a pesquisa desse item registrava 60 pontos. O limite máximo de pontuação é 200 e o mínimo é zero.

Quando a maior parte das respostas é positiva o índice fica acima de 100. Quando a maior parte das respostas é negativa, o índice fica abaixo de 100.

Além de medir a situação econômica do entrevistado no momento, a pesquisa também faz uma projeção do que a pessoa espera para o futuro (nos próximos seis meses).

Os entrevistados fazem uma avaliação sobre mercado de trabalho, inflação e crescimento da economia.

Com relação ao futuro, o índice atingiu 112,1 pontos, o maior patamar desde maio de 2008.

O índice geral de confiança, que é uma média entre a situação atual e a avaliação do futuro, subiu 1,1% em julho e alcançou 120 pontos, perto também de bater o recorde de 120,1 pontos, de março de 2008. Foi o quinto mês consecutivo de alta.

A pesquisa foi feita com 2.000 domicílios em sete capitais brasileiras entre 30 de junho e 19 de julho.
Uol

Os programas federais de transferência de renda asseguram quase 20% da renda das famílias brasileiras, informa comunicado divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sob o título Previdência Social: Efeitos no Rendimento Familiar e sua Dimensão nos Estados. Segundo o Ipea, em 1978 as transferências provenientes da Seguridade representavam 8% da renda das famílias. Trinta anos depois, em 2008, as aposentadorias e pensões, mais o Bolsa Família e o Benefício da Prestação Continuada (BPC) formavam 19,3% dos rendimentos familiares.

“As políticas sociais, principalmente aquelas voltadas para a assistência e para a previdência, estruturadas depois da Constituição de 1988, foram suficientemente importantes para constituir uma parcela expressiva da renda das famílias, para combater a pobreza e a desigualdade”, disse o diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abrahão de Castro.

De acordo com o estudo, entre 1978 e 2008 o número de pessoas que viviam com menos de 25% do salário mínimo foi reduzido de 26,9 milhões para 18,7 milhões. Mas teria aumentado para mais de 40 milhões, segundo o Ipea, se não tivesse havido a transferência de renda.

“A incidência da pobreza, entre os idosos, em especial, pôde ser quase eliminada graças às políticas previdenciárias e assistenciais”, destacou Abrahão de Castro.

As políticas de transferência de renda beneficiaram populações de todas as regiões, mas, especialmente, a nordestina, embora a maior parte do dinheiro transferido tenha sido destinado a beneficiários da Região Sudeste. Mais de 48% do dinheiro transferido pela Previdência e pelos programas federais de assistência social vai para moradores em São Paulo, Rio e Minas.

Tanto no Nordeste quanto no Rio de Janeiro, as transferências representam para as famílias mais do que a média nacional de 19,3% dos rendimentos. No estado do Piauí, mais de 31% da renda das famílias é formada por transferências do governo federal. No Norte e no Centro-Oeste as transferências ficam abaixo da média nacional, porque as duas regiões têm número menor de idosos e, assim, as famílias dependem menos do sistema previdenciário. O inverso ocorre no Rio e no Rio Grande do Sul, onde são grandes as parcelas da população formadas por idosos.
Brasília Confidencial



O nível de desemprego apurado em junho pelo IBGE foi o segundo menor dos últimos oito anos e o mais baixo constatado no mesmo mês. De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego, 7% da população economicamente ativa estava desempregada, no mês passado, nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. A taxa de junho foi inferior à de maio (7,5%) e à de junho do ano passado (8,1%). Parte da redução é atribuída ao período de férias no meio do ano, quando menos pessoas procuram emprego.
"Os resultados de junho mostram que os dados, quando comparados com 2008, são mais favoráveis. Nosso nível de ocupação está maior, desocupação mais baixa, rendimento maior, percentual de geração de postos ainda maior”, resumiu o gerente da pesquisa, Cimar Azeredo.

O IBGE estimou em 7,3% a taxa média mensal de desemprego no primeiro semestre deste ano. Em 2009, no mesmo período, a média chegou a 8,6%.

O número de trabalhadores com carteira assinada aumentou em 670.000 no primeiro semestre. Agora são 10,2 milhões nas regiões pesquisadas.

Já o rendimento médio dos trabalhadores em junho deste ano foi 3,4% superior ao obtido em junho de 2009. A renda aumentou quase 15% em Recife, mais de 9% em Porto Alegre, 6,5% no Rio, 4,2% em Salvador e 1,6% em Belo Horizonte. Em São Paulo, não aumentou nem diminuiu.

Brasília Confidencial

E destaca as ações do governo Lula para atender as regiões mais pobres do Brasil e alguns dos grandes projetos que beneficiaram o Norte de Minas.


A candidata Dilma Rousseff esteve na tarde desta terça-feira (20), em Montes Claros, no Norte de Minas, acompanhada também dos ex-ministros Hélio Costa e Patrus Ananias, candidatos a governador e vice-governador de Minas Gerais.

Dilma foi homenageada com o título de cidadã honorária de Montes Claros e participou de um ato político que reuniu prefeitos e lideranças políticas do estado.

Em seu discurso, Dilma afirmou te muita honra de ter aprendido em Minas Gerais que não aceitará jamais a perda da liberdade, o arbítrio. “Tenho orgulho de ter começado a minha luta neste estado que honra a formação política deste país”, disse.

Após o discurso, seguiu para o centro de Montes Claros, onde parou no tradicional Café Galo, que funciona há 52 anos no mesmo local.

Junto à ex-ministra Dilma, o deputado federal Virgílio Guimarães ressaltou a importância da visita à região, uma das mais beneficiadas no Estado pelo governo Lula.

Rousseff defendeu hoje a criação de bolsas escolares para alunos do ensino médio, seguindo o exemplo do ProUni do governo Lula. A medida foi anunciada pela candidata à presidência da República pela coligação Para o Brasil Seguir Mudando em entrevista à Rádio Paiquerê FM de Londrina/PR.

Ao citar os dados do Enem (divulgados hoje pelo Ministério da Educação), Dilma disse que as escolas estaduais e municipais não se saíram bem. “Considerando que 85% do total de escolas de ensino médio são públicas, o nosso compromisso é com essas escolas, por que são elas que estão mais fracas”, afirmou.


A proposta de Dilma é criar vagas nas escolas privadas. Ela anunciou dois mecanismos: um na forma de bolsa e outro como financiamento. “Nós também queremos criar vagas nas escolas privadas da mesma forma usando dois mecanismos. Um mecanismo bolsa, que é igual ao ProUni, e um financiamento com prazos muito longos e baixíssimo juro", anunciou.



Dilma na Web

Matéria publicada pelo Jornal Estado de Minas de domingo (18), mostra que além dos brasileiros expatriatos que vislumbram seguir carreira no aquecido mercado nacional, estrangeiros de diversas partes do mundo começam a enxergar o Brasil com bons olhos e já demonstram interesse em desembarcar por aqui.

Segundo a matéria intitulada "Estrangeiros de olho no Brasil", os indicadores são sentidos pela empresa especializada em recrutamento de média e alta gerência Dasein Executive Search. Desde julho do ano passado, o número de currículos de profissionais estrangeiros recebidos passou de um ao mês para três ao dia, chegando a uma média de 50 mensal.

Dados mais atualizados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) demonstram que somente no primeiro semestre deste ano, 11.530 profissionais estrangeiros foram autorizados a trabalhar no Brasil.