Ao apresentar hoje (29) a segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou que o programa tem a vantagem de deixar projetos prioritários definidos para o próximo governo. “Acredito que vamos deixar para quem venha suceder o nosso governo um planejamento com projetos prioritários”, afirmou.

A ministra destacou ainda ações do programa na área social. “O PAC 2 reforça o caráter não apenas de infraestrutura física, mas de infraestrutura social”. Segundo ela, o programa não é apenas de uma sigla, um lista ou um canteiro de obras, mas uma realização humana.

Entre as ações na área social destacas pela ministra está a construção de seis mil creches. Segundo Dilma, o investimento na educação infantil é uma questão relevante que significa “salvar uma geração”. “As mães vão poder trabalhar fora, sabendo que suas crianças estão sendo cuidadas com segurança”, afirmou.

A ministra afirmou também que as obras do PAC chegam a todos os governadores e prefeitos que apresentem projetos consistentes, independentemente de partidos. “Todos os governadores e prefeitos foram tratados indistintamente, de forma republicana”.

A ministra citou o desafio que o país terá na área de logística para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 e disse que “energia não irá faltar” no país. Ela não deixou de citar a geração de energia com respeito ambiental.

Ao comentar o Programa Minha Casa, Minha Vida, que em março completa um ano, Dilma afirmou que junto com o PAC, o programa irá reduzir pela metade o déficit habitacional no país. “Serão construídas três milhões de moradias. O déficit habitacional estava em seis milhões, estaremos reduzindo o déficit pela metade se cumprirmos esses dois programas”.

Fonte: site do PT (www.pt.org.br)

Estudo do BNDES divulgado recentemente mostra alta de 37% nos investimentos em infraestrutura entre 2010 e 2013. São R$274 bilhões em investimentos públicos e privados em energia elétrica, telecomunicações, ferrovias, saneamento, transporte rodoviário e porto. O deputado federal Virgílio Guimarães comenta o assunto:



A taxa nacional de desemprego apurada em fevereiro pelo IBGE ficou em 7,4% – estável em relação a janeiro (7,2%) e menor do que a de fevereiro de 2009 (8,5%).

Na comparação dos meses de fevereiro, o IBGE constatou que houve aumento de 725 mil no número de trabalhadores ocupados, enquanto a população desocupada diminuiu em 220 mil.

A Pesquisa Mensal de Emprego mostra ainda que aumentou em 156 mil, de janeiro para fevereiro deste ano, o total de trabalhadores com carteira assinada. Comparados os dados de fevereiro de 2010 aos de fevereiro de 2009, o número de trabalhadores contratados formalmente cresceu em 598 mil.

Tanto em relação a fevereiro de 2009 quanto em relação a janeiro deste ano, o IBGE identificou aumento na renda dos trabalhadores em fevereiro passado.

Fonte: Brasília Confidencial

O Governo Lula vai aumentar para 3.800, neste ano, o número de ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) disponíveis à população. Hoje estão em operação 1.488 ambulâncias. Ontem o presidente Lula, a ministra Dilma Riousseff e o ministro José Temporão receberam mais 650 veículos na fábrica localizada em Tatuí (SP). E outros 1.662 serão distribuídos em todo o país até dezembro, aumentando a presença do Samu para mais de 4.000 municípios em que moram 163 milhões de brasileiros – 85% da população nacional.

Segundo o Ministério da Saúde, no período 2004-2009 o Governo Lula aumentou quase 15 vezes – de R$ 6,65 milhões para R$ 97,85 milhões – o volume de dinheiro investido na compra de ambulâncias do Samu. E os investimentos em custeio aumentaram quase 14 vezes no mesmo período – de R$ 26,52 milhões para R$ 360,34 milhões.

Fonte: Brasília Confidencial

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, começa hoje a discutir com os presidentes das concessionárias de telefonia fixa a ampliação do programa de internet de banda larga nas escolas públicas rurais. Iniciado em abril de 2008, o programa Banda Larga nas Escolas já garante conexão gratuita à internet de 43.000 educandários urbanos, deverá atingir 65.000 até o fim deste ano, beneficiando aproximadamente 37 milhões de estudantes, e o governo pretende estendê-lo para 80.000 escolas rurais.

As empresas defendem que o atendimento às escolas rurais faça parte do Plano Nacional de Banda Larga que o governo está preparando e cujos princípios serão anunciados na segunda-feira, como parte da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). As diretrizes do plano, contudo, serão detalhadas em reunião do presidente Lula com dez ministros, em 5 de abril.

Técnicos das operadoras dizem que a ampliação do programa de internet gratuita para as escolas rurais terá que vencer, especialmente, o desafio representado pela carência de infraestrutura, já que as escolas estão distantes umas das outras, em regiões onde ainda não há capilaridade da rede. As operadoras estimam que a ligação de uma escola rural com banda larga custará três ou quatro vezes mais do que a conexão de uma escola urbana. O atendimento rural deverá ser sem fio, utilizando transmissão por satélite ou radiofrequência, similar às da telefonia celular.


Fonte: Brasília Confidencial

A construção de moradias populares, no próximo governo, deverá beneficiar dois milhões de famílias – o dobro da meta fixada para o programa Minha Casa, Minha Vida até o fim de 2010-, afirmou ontem a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, em discurso na abertura do 5º Forum Urbano Mundial, no Rio de Janeiro.

A ministra exaltou a política habitacional do governo, voltada para os mais pobres, e disse que o Minha Casa, Minha Vida acabou com uma “ficção” existente no país: a crença de que o mercado daria conta de construir casas para a população que tem renda mensal de até três salários mínimo.

“Essa parcela da população não tem renda suficiente para sobreviver, comprar alimentos e produtos básicos e, ao mesmo tempo, pagar a prestação de uma casa ou apartamento”, observou Dilma ao defender a decisão do governo de subsidiar, em vez de financiar, a compra de moradias pelas famílias pobres.

A ministra destacou ainda, como iniciativa importante do Governo Lula, o retorno do Estado a áreas que vinham recebendo pouca atenção, principalmente comunidades pobres e favelas. “Nos últimos quatro anos, investimos em urbanização de favelas, construção de moradias para populações de baixa renda e saneamento básico algo em torno de US$ 144 bilhões”, acentuou.

De acordo com o presidente Lula, que abriu o fórum promovido pela ONU, “neste país nunca se trabalhou tanto a urbanização de favelas, nuca se construiu tanta casa”.

Lula disse que as ações desenvolvidas por seu governo para melhorar a infra-estrutura e assegurar financiamento rural estão produzindo um movimento migratório inverso ao que ocorrer durante os últimos 50 anos, quando milhões de famílias saíram dos campos para as cidades.

“Em muitos casos, está havendo um êxodo ao contrário. Pessoas das cidades estão voltando para o campo. Isso porque temos uma grande política de financiamento para a agricultura familiar”, afirmou o presidente citando também a expansão da eletrificação rural.

“Levamos luz elétrica a 12 milhões de brasileiros que moravam no meio do mato”. Lula lembrou que houve um período em que esse tipo de gasto não era bem visto pelos governantes.

“Houve um tempo em que não era prudente fazer investimentos para resolver os problemas crônicos das grandes cidades. Esse negócio de ficar enterrando tubo em baixo da terra para carregar esgoto não podia fazer propaganda eleitoral. É por isso que tinha cidades importantes que tinham coleta de esgoto, mas não tinha tratamento. O importante era fazer viadutos”, criticou.

Ao final do discurso, Lula elogiou o Rio de Janeiro e convidou os participantes a conhecerem a cidade, mas com ressalvas: “Visitem o Rio de Janeiro. Agora, não se embrenhem em lugares que vocês não conhecem”.

Fonte: Brasília Confidencial

A boa relação que o Brasil tem com todos os países e facções políticas do Oriente Médio torna o País um interlocutor importante no processo de paz na região, afirmou o presidente Lula em seu programa de rádio Café com o presidente, desta segunda-feira (22/3), no qual fez uma avaliação positiva da viagem da semana passada a Israel, territórios palestinos e Jordânia.

Não é que o Brasil queira se meter na discussão. É que nós estamos compreendendo que as pessoas e os países que estão envolvidos na questão da crise do Oriente Médio estão percebendo que o Brasil pode ajudar, pela boa relação que o Brasil mantém com todos os países e com todas as facções políticas do Oriente Médio.

A viagem ao Oriente Médio também serviu para ampliar as relações comerciais brasileiras na região, discutindo acordos do Mercosul com palestinos e jordanianos nos mesmos moldes do firmado com israelenses. No entanto, frisou Lula, o desenvolvimento econômico depende do acordo de paz. “Somente a paz é que pode permitir que haja desenvolvimento econômico, distribuição de renda e justiça social.”

Fonte: Blog do Planalto